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laboratório

Open Call Site-Specific Installation

Instalação / Arte Pública
Fevereiro a Junho 2023

1ª edição
curadoria de Alexandre Lyra Leite e Rui Soares Costa

Paul Auster

sobre o Laboratório de Coisas Inúteis

A discussão sobre a utilidade da arte tem produzido inúmeras reflexões, que expressam visões distintas sobre a relação dos artistas, estado e sociedade nas diferentes arquitecturas de criação e difusão artística.

Este laboratório de pesquisa, experimentação e criação de arte pública, destinado a jovens criadores até aos 30 anos, que desenvolvam trabalho nas áreas das artes visuais e da performance art, pretende estimular a criação e a reflexão sobre as práticas artísticas contemporâneas e a sua relação com o contexto social, político e cultural, apostando na promoção do trabalho de artistas emergentes.

No decurso do laboratório serão concebidas 5 instalações “site-specific”, a apresentar no espaço público do concelho de Vila Franca de Xira.

destinatários

Jovens criadores até aos 30 anos, que desenvolvam trabalho nas áreas das artes visuais e da performance art.

curadoria

Alexandre Lyra Leite, director artístico da Inestética
Rui Soares Costa (curador convidado), artista plástico com formação transdisciplinar entre as ciências cognitivas e as artes visuais, que será também autor de uma das instalações.

calendarização / locais

O laboratório decorrerá de Fevereiro a Junho de 2023, com 8 sessões presenciais, iniciando-se com uma introdução à performance art e uma visita aos locais seleccionados para as instalações.
Após a elaboração de uma primeira versão do projecto a conceber, seguem-se sessões de acompanhamento e desenvolvimento dos projectos (Março, Abril e Maio).
O laboratório decorrerá no Palácio do Sobralinho (Vila Franca de Xira), no Rui Soares Costa Studio (Olho de Boi, Almada) e nos espaços públicos designados pelos curadores.

O conjunto das 5 instalações “site-specific” será inaugurado no dia 17 de junho de 2023, em diferentes espaços públicos do concelho de Vila Franca de Xira. A inauguração de cada instalação incluirá um acto performático.
As obras ficarão expostas no espaço público até 9 setembro de 2023.


Prazo de submissão de candidaturas: 27 Janeiro 2023
Comunicação dos artistas seleccionados: 3 Fevereiro de 2023

Sessões do laboratório:
11 Fev – 15:00-18:00 – Palácio do Sobralinho
18 Fev – 15:00-18:00 – Espaços públicos
11 Mar – 15:00-18:00 – Palácio do Sobralinho
25 Mar – 15:00-18:00 – Palácio do Sobralinho
22 Abr – 15:00-18:00 – Rui Soares Costa Studio (Olho de Boi, Almada)
13 Mai – 15:00-18:00 – Palácio do Sobralinho
03 Jun – 15:00-20:00 – Espaços públicos

Apresentação pública das instalações/performances: 17 Junho 2023
Exposição (espaço público): 17 Junho a 9 Setembro 2023


candidaturas

Os artistas interessados em participar no laboratório deverão preencher formulário de candidatura online até 27 de Janeiro, com dados pessoais, biografia artística, links de trabalhos anteriores e um breve comentário à questão: “O valor da arte reside na sua inutilidade”?

selecção

Em 2023 serão seleccionados 4 artistas, no máximo, mediante análise das candidaturas apresentadas. A selecção será da responsabilidade dos curadores do laboratório, Alexandre Lyra Leite e Rui Soares Costa.

bolsa de apoio à criação

Cada candidato seleccionado terá direito a uma bolsa de apoio à criação/produção no valor de 1.500€ (IVA incluído).
Este montante inclui fee do autor, aquisição de materiais, produção, deslocações, montagem e desmontagem.
As despesas de promoção, catálogo e licenças, serão asseguradas pela organização.
A organização, sob proposta dos curadores, poderá deliberar não atribuir a bolsa de apoio à criação/produção, caso o artista não respeite as normas definidas para a realização do laboratório ou não concretize o projecto proposto.

organização

Inestética – Associação Cultural de Novas Ideias

apoios

República Portuguesa – Cultura / DGArtes
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

contacto

producao@inestetica.com

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE ÓPERA CONTEMPORÂNEA
COMPOSIÇÃO
Palácio do Sobralinho
Set a Dez 2018

descrição

A produção contemporânea de ópera tem vindo a apostar em modelos não convencionais, que implicam outras abordagens e metodologias artísticas, explorando novas relações com o espaço e o público.
Estas criações, frequentemente apresentadas em contextos e locais alternativos, recorrem a lógicas de composição, produção e comunicação distintas daquelas que são apresentadas na maioria dos grandes teatros de ópera.
Atenta a esta nova realidade, a Inestética está a desenvolver um projecto integrado de pesquisa, formação e criação, com base na experiência adquirida na produção e difusão nacional das óperas de câmara Tabacaria (2017), O Corvo (2015) e Serei Eu Fugindo? (2013).
No decurso deste laboratório de composição, dirigido pelo compositor Luís Soldado, os participantes terão também oportunidade de trabalhar em parceria com um encenador, dois cantores profissionais, um pianista e um ensemble de quatro elementos.

objectivos

Estimular e promover a criação de ópera contemporânea, explorando novos modelos de composição/produção.
Desenvolvimento e apresentação pública dos projectos criados em contexto de laboratório.

destinatários

Compositores e estudantes de composição em fase final de ciclo de estudos superiores.

direcção artística

Luís Soldado (compositor)

Investigador integrado no Centro de Sociologia e Estética Musical, CESEM, Universidade Nova de Lisboa, onde se encontra a desenvolver projetos relacionados com o estudo e composição de ópera contemporânea e suas novas formas de comunicação, como bolseiro de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Desde 2015 ocupa o cargo de Compositor Associado da Orquestra Clássica do Sul. A sua música tem sido programada por vários grupos e orquestras, entre os quais, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, London Contemporary Chamber Orchestra, Nederlands Blazers Ensemble, RCM Sinfonietta, Orquestra Gulbenkian e Composers Ensemble. De entre as suas obras mais recentes, destacam-se a ópera de câmara Hotel Suite, com libreto de Rui Zink, estreada em 2011, em Londres, a ópera Fado Olissiponense, com libreto de Rui Zink, estreada em 2012 no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, a ópera de câmara O Corvo (editada em CD), a partir de Edgar Allan Poe, estreada em 2015 pela Inestética, e ópera de câmara Tabacaria (editada em CD), a partir de Fernando Pessoa, estreada em 2017 pela Inestética.

candidaturas

Até 31 Julho 2018
Enviar biografia, contactos, uma ou duas obras originais em formato pdf (preferencialmente para voz e piano ou voz e ensemble) e gravações/links audio

selecção / nº vagas

6 participantes (máximo)

duração

42 horas
(incluindo 27 horas com cantores líricos, 18 horas com pianista e 9 horas com ensemble)

local

Palácio do Sobralinho, Vila Franca de Xira (a 20 minutos de Lisboa)
ver localização

datas e horário

Setembro
Sab 15 Setembro – 10:00/17:00*
Dom 16 Setembro – 10:00/17:00*
Sab 29 Setembro – 10:00/17:00*
Novembro
Sab 03 Novembro – 10:00/17:00*
Dom 04 Novembro – 14:00/17:00
Sab 24 Novembro – 10:00/17:00*
Dezembro
Sab 01 Dezembro – 14:00/17:00
Sab 08 Dezembro – 10:00/17:00*
* pausa para almoço (1 hora)

apresentação pública

Os projectos finais a desenvolver em laboratório (mini-óperas escritas para voz e ensemble) serão apresentados ao público em Janeiro de 2019, no Palácio do Sobralinho.

colaboração pedagógica/artística

Alexandre Lyra Leite (encenador)
Rui Baeta (barítono)
Inês Simões (soprano)
Helder Marques (piano)
Daniela Pinheiro (flauta)
Catherine Stockwell (fagote)
João Carlos Barata (viola)
Magda Pinto (viola)
Sofia Azevedo (violoncelo)

produção

Inestética companhia teatral

estrutura financiada por

República Portuguesa – Ministério da Cultura / DGArtes
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

apoio

CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical – FCSH/UNL

Laboratório dirigido por Luís Soldado no âmbito do seu pós-doutoramento (SFRH/BPD/114908/2016), a decorrer no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.