Uma comédia cuja acção decorre num centro de terapia de grupo. Bad Wolf, Bad Lady e Bad Girl encontram-se semanalmente para falar de si e das particularidades da vida moderna, num espaço onde o real e o fantástico se cruzam através de uma sucessão de inesperadas revelações.
Um espectáculo que promove a interacção com o público e que ironiza sobre a própria natureza dos grupos de terapia, onde o indivíduo se vê confrontado com a exposição da sua intimidade.
Ficha Artística / Técnica
texto e encenação Alexandre Lyra Leite com Alexandra Reis, Elsa Paulo, José António Alves montagem Vasco Soares, Rui Soares Costa, Sérgio Querido espaço cénico Alexandre Lyra Leite, Rui Soares Costa design gráfico Rita Rodrigues Pereira assistência de produção Elsa Paulo, Ana Patrícia Inocêncio produção Inestética companhia teatral agradecimentos Graciete Peixe, Paulo Borges, Beatriz Feio, Ângelo Vieira projecto financiado por Ministério da Cultura / IPAE, Câmara Municipal de Vila F. Xira apoios Instituto Português da Juventude, Junta de Freguesia de Vila F. Xira, Soartes – Artes Gráficas, Estúdios Queiróz, Clube Vilafranquense, Jornal Vida Ribatejana, Arte Franca – Publicidade, IC Design, Cópias & Cia, Ourivesaria Citânia, Club Restaurante
Sessões
Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 24 Out a 23 Nov 2002 Sintra Casa de Teatro de Sintra, 30 Jan a 2 Fev 2003
80 min | M/12
“Pões um cd do James Brown, tomas um duche, vestes umas calças de ganga e avanças em direcção ao espelho. Estás ali, em frente ao espelho, durante alguns minutos. I feel good… I feel good… De repente um click, um género de chamamento primitivo, uma necessidade urgente de sair à caça. Acabaste de nascer, acabou de nascer um predador.” Bad Wolf
“Vivemos numa sociedade competitiva. É preciso ser competitiva. Eu sou competitiva. Quando vou tomar o pequeno-almoço e só há um duchaise e eu quero comer aquele duchaise, não hesito. Passo à frente de toda a gente e compro o duchaise.” Bad Lady
“Casei com um revisor da CP. Foi amor à primeira vista… Mostrei-lhe o bilhete do comboio e ele pediu-me em casamento. Eu estava fragilizada e acabei por aceitar. Vivemos dois anos no Entroncamento, numa casa para funcionários dos caminhos-de-ferro. Só que um dia a coisa deu para o torto e eu bati com a porta… Ouvi dizer que se enforcou na sala de jantar…” Bad Girl
de Alexandre Lyra Leite a partir do Livro de Leitura da 3ª classe (Estado Novo)
Teatro, 2001
Anda duas horas por dia! Dorme sete horas em cada noite! Deita-te logo que tenhas vontade de dormir! Levanta-te mal acordes, começa a trabalhar logo que te levantes! Não fales senão quando for necessário! Não esqueças que os outros contam contigo e que tu não deves contar com eles! Não penses, descontrai-te!
Deus, Pátria & Família, numa comédia mordaz sobre os instrumentos de propaganda do Estado Novo, baseada nos textos do Livro de Leitura Obrigatória da 3ª Classe. O nacional cançonetismo revisitado num show pop de valores morais. A transposição da Nação Portuguesa e do seu Império para a actualidade. Um olhar irónico sobre o nosso passado recente…
Ficha Artística / Técnica
dramaturgia e encenação Alexandre Lyra Leite com Bruno Raimundo, Cristina Milhano, Elsa Paulo, Miguel de Matos, Miguel Valente, Rita Rodrigues Pereira, Rui Costa, Sérgio Querido, Teresa Tavares, Vasco Soares espaço cénico Inestética desenho de luz/som Alexandre Lyra Leite design gráfico Paulo Borges produção executiva Beatriz Feio produção Inestética companhia teatral estrutura financiada por Câmara Municipal de Vila Franca de Xira apoios Instituto Português da Juventude, Junta de Freguesia de Vila F. Xira, McDonalds (Vilafranca Centro), Ourivesaria Citânia, Bolinho Caseiro, Soartes – Artes Gráficas, Arte Franca, IC Design, Estúdios Queiróz, Clube Vilafranquense, Vilafranca Centro, Vida Ribatejana
Sessões
Alverca Auditório Scala, 12 a 19 Out 2001 Montemor-o-Novo Cine-Teatro Curvo Semedo, 4 Out 2001 Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 22 Jun a 21 Jul 2001
80 min | M/12
de Alexandre Lyra Leite a partir de William Blake
Teatro, 2000
Um regresso inevitável ao local do crime. Blake passou por aqui e deixou um ténue cheiro a enxofre. As suas eternas criações vagueiam pela casa, ao som de uma valsa lenta em 9 andamentos. O tempo há muito que deixou de existir…
Ficha Artística / Técnica
dramaturgia e encenação Alexandre Lyra Leite a partir de “First Book of Urizen” de William Blake com Francisco Campos, Isabel Gaivão, Nuno Dionísio, Paula Luiz cenografia e figurinos Sónia Matos, Paulo Torrão música original Caffeine assistência de encenação Djanira Oliveira design gráfico Paulo Borges produção executiva Beatriz Feio produção Inestética companhia teatral projecto financiado por Ministério da Cultura – IPAE, Câmara Municipal de Vila F. Xira, Fundação Calouste Gulbenkian, Junta de Freguesia de Vila F. Xira
Sessões
Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 9 Nov a 2 Dez 2000 Lisboa Galeria ZDB, 12 a 28 Out 2000
70 min | M/16
IMPRENSA
“(…) um denso desenho de luz, uma banda sonora original (Caffeine) e um guarda-roupa infernal, digno de um diabólico e bem humorado quarteto de actores.” Manuel João Gomes – Público
“(…) a Inestética e Alexandre Lyra Leite saíram-se bem: Isabel Gaivão surpreende pela austeridade e eloquência; Francisco Campos pela segurança e carácter magnânimo; Nuno Dionísio pela animalidade do desespero; Paula Luís pela languidez de um exorcismo. (…) A componente sonora – excelente – é dos Caffeine que para esta peça produziram uma exemplarmente tensa Music for strip-tease.” Luis Guerra – Blitz
“(…) um espectáculo forte, despojado de artificialismos, no qual o texto de Blake brilha na sua dimensão mais simbólica e sombria. Um trabalho coerente, uma linguagem dramática incisiva que harmoniza os aspectos interpretativo, sonoro e visual. Sem dúvida, uma aposta ganha.” Ana Matoso – Easynet
de Alexandre Lyra Leite a partir de Stanislaw Lem
Teatro, 2000
Ijon Tichy acaba de regressar de uma fantástica viagem pelo universo. Indignado com a crescente degradação ambiental causada pelo turismo cósmico, denuncia as suas terríveis consequências: varias espécies extraterrestres estão a sofrer estranhas mutações e algumas delas tornaram-se agressivas para os seres humanos…
Uma comédia que alerta para a necessidade de uma cada vez maior preocupação ecológica, a fim de se preservar a vida no nosso planeta. Um mundo de divertidas criaturas extraterrestres, cujas estranhas mutações estão relacionadas com o incremento do turismo cósmico,numa clara alusão crítica à situação ambiental do nosso planeta.
Ficha Artística / Técnica
dramaturgia e encenação Alexandre Lyra Leite com José António Alves figurinos Carla Belchior figuração especial Vera Castanheira, Ana Martinho, Sara Vargas assistência de encenação Maria Ferreira desenho de luz/som Alexandre Lyra Leite direcção técnica Nuno Dionísio operação de som Beatriz Feio técnico estagiário Rui Costa design gráfico Paulo Borges produção Inestética companhia teatral estrutura financiada por Câmara Municipal de Vila Franca de Xira apoios Instituto Português da Juventude, Junta de Freguesia V. F. Xira, Clube Vilafranquense, Estúdios Queiróz, Jornal Vida Ribatejana, RL – Rádio Lezíria, Arte Franca publicidade, Ideia Clara design, McDonald’s (Vilafranca Centro), Morgan (Vilafranca Centro), Ultra Violeta
Sessões
Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 6 a 29 Abr 2000 Alverca Auditório Scala, 5 e 6 Mai 2000 Alhandra Festival Caminhos, SEA, 6 e 7 Jun 2000
30 min | M/12
O NAVIO FANTASMA – VERSÃO CORRUPTA de Alexandre Lyra Leite, a partir da ópera de Richard Wagner
Teatro, 1999
Dois agentes secretos interrogam uma mulher com o intuito de esclarecerem as causas da morte de Marilyn Monroe. Tentam provar que se tratou de um crime premeditado, cujo modus-operandi foi inspirado no drama trágico de “O Navio Fantasma”, de Richard Wagner…
Ficha Artística / Técnica
texto e encenação Alexandre Lyra Leite com Afonso de Melo, Ana Borges, José António Alves, Madalena Bobone, Nuno Dionísio cenografia Sónia Matos figurinos Carla Belchior desenho de luz & som Alexandre Lyra Leite design gráfico Paulo Borges assistência de encenação Beatriz Feio produção Inestética projecto financiado por Ministério da Cultura-IPAE, Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal V. F. Xira apoios Centro Nacional de Cultura, Instituto Português da Juventude, Junta de Freguesia V. F. Xira, Clube Vilafranquense, Estúdios Queiróz, Jornal Vida Ribatejana, RL-Rádio Lezíria, Arte Franca – Publicidade, Ic Design, Vilafranca Centro, Global Eyeware
Sessões
Vila Franca de Xira Palácio do Sobralinho, 22 Out a 6 Nov 1999 Lisboa Centro Cultural da Malaposta, 14 a 30 Jan 2000
75 min | M/12
IMPRENSA
“(…) há todo um universo coerente que é proposto neste espectáculo, desde o tratamento gráfico aos figurinos, luz, cenografia, tudo com uma forte coerência e harmonia interior (…) Um desempenho impecável do elenco, uma encenação inteligente, versátil e com a capacidade de surpreender os espectadores, um texto intrigante(…) É difícil reunir mais razões para ir a um espectáculo.” Ricardo Salomão, Blitz
“(…) a produção cuidada, os actores de primeira escolha e o bom gosto da cenografia estão ao serviço de uma exigente narrativa onírico-fantástica… Duplas personalidades, transmutações, descidas aos abismos do mar, artifícios de teatro dentro do teatro: há de tudo isto neste exercício experimental…” Manuel João Gomes, Público
A ARTE DA GUERRA de Alexandre Lyra Leite, a partir de Sun Tzu
Teatro, 1999
O palácio do Senhor da Guerra está prestes a ser invadido pelo inimigo. A guerra, que se arrasta há séculos, está perdida e o império caiu em desgraça. No derradeiro momento, os dois últimos soldados são enviados para o campo de batalha…
Espectáculo inspirado no texto homónimo de estratégia militar de Sun Tzu, escrito à cerca de dois mil e quinhentos anos, que pretende estimular uma reflexão sobre uma das manifestações mais reprováveis da condição humana: a guerra.
dramaturgia e encenação Alexandre Lyra Leite com Madalena Fernandes, Maria Ferreira, Nuno Dionísio, Rui Costa, Tânia Coelho, Joana Maia Nogueira, Laurinda Santos, Ana Lúcia Antunes figurinos Carla Belchior desenho de luz Alexandre Lyra Leite design gráfico Paulo Borges assistência de encenação Beatriz Feio produção Inestética companhia teatral 1999 estrutura financiada por Câmara Municipal de Vila Franca de Xira apoios Clube Vilafranquense, Arte Franca, Ideia Clara, Soartes, Vida Ribatejana, Estúdios Queiróz, Ourivesaria Citânia, Junta de Freguesia de Vila F. Xira, Rádio Lezíria, Rua Direita Café, Vilafranca Centro
Sessões
Alhandra Festival Caminhos, SEA, 9 Jun 2000 Montemor-o-Velho Celeiro, 11 Dez 1999 Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 17 Abr a 4 Jun 1999 Alvito Festival Cenas Novas, 8 Abr 1999 Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 11 a 20 Mar 1999
60 min | M/12
UM ERRO SEM IMPORTÂNCIA de Alexandre Lyra Leite
Teatro, 1998
Prémio de Melhor Texto Teatral Concurso “O Teatro na Década 98/99” Clube Português de Artes e Ideias
A acção decorre em Lisboa, nos anos 90, e conta-nos histórias cruzadas de um grupo de jovens, das suas ambições e conflitos, do modo como “erros sem importância” podem influenciar determinantemente o curso das suas vidas. Uma reflexão sobre a fragilidade das relações humanas, numa sociedade que promove o individualismo e o isolamento.
Ficha Artística / Técnica
texto e encenação Alexandre Lyra Leite com Afonso de Melo, Alexandra Reis, Elsa Paulo, Hugo Sequeira, Mónica Garnel, Pedro Martinez, Raquel Dias esculturas Gonçalo Condeixa figurinos Rute Queiróz desenho de luz Carlos Ramos design gráfico Paulo Borges produção executiva Ana Borges produção Inestética companhia teatral projecto financiado por Ministério da Cultura, Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira apoios Inatel – Teatro da Trindade, Instituto Português da Juventude, Clube Vilafranquense, Estúdios Queiróz, Arte Franca publicidade, Ideia Clara design
Sessões
Lisboa Teatro da Trindade, 18 a 28 Jun 1998 Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 21 a 26 Jul 1998
70 min | M/12
IMPRENSA
“A estreia foi um sucesso. (…) Uma boa amostra do humor satírico de Alexandre Lyra Leite e das capacidades da companhia.” Manuel João Gomes , Público
“Uma agradável surpresa (…) o espectáculo torna-se credível e o espectador deixa-se mergulhar nas acções das personagens e sente-lhes a autenticidade. A não perder.” Rui Cintra, O Independente
“Como alerta, como grito, por isso vale a peça, por isso merece a mesma ser vista.” Pedro Teixeira Neves, Semanário
“Um elenco jovem, experimental q.b., que fala – sem paixão e sem calor – do amor, do sexo e da arte contemporânea (…)” Artes & Ócios, Público
HELLO MR. TANNHAUSER de Alexandre Lyra Leite, a partir da ópera “Tannhauser” de Richard Wagner
Dramaturgia e Encenação Alexandre Lyra Leite Música Richard Wagner Guião Alexandre Lyra Leite, Cristina Milhano Elenco Carla Silva, Cristina Milhano, Rita Pereira, Nuno Lopes, Jorge L. Santos, Alexandre Lyra Leite Guarda-roupa Carla Silva Cenografia Inestética Hammer Cª Operação de luz Miguel Travassos Operação de som João P. Levezinho Fotografía Vera Cammaer Design gráfico João Lázaro Produção executiva Cristina Pereira, Cristina Domingos
SESSÕES
Leuven, Bélgica Minnepoort, 3 Nov 1995 Festival Fabuleus’95
MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE! de Camilo Castelo Branco
TEATRO, 1995
Em 1848, Camilo Castelo Branco completa 23 anos e está a atravessar sérias dificuldades, sozinho e sem dinheiro para pagar a pensão que alugara em pleno centro do Porto. Mal pago pelos artigos que escrevia para os jornais da época, repara então numa notícia que narrava o assassinato de uma pobre velha, atribuído à sua própria filha. Num golpe de mestre, edita um pequeno livro, anónimo, escrito numa noite e que contava em tom burlesco o sangrento crime ocorrido em Lisboa. O enorme sucesso desta publicação, traduzido em sucessivas tiragens, salvou-o da miséria e viria a constituir um “acto de contra-cultura” invejável. Subversão, é porventura a palavra mais indicada para caracterizar este texto de humor corrosivo, que se estende para lá da própria situação trágico-cómica e que encontra na crítica social a sua vocação maior.
Texto Camilo Castelo Branco Dramaturgia, Espaço Cénico & Encenação Alexandre Lyra Leite Elenco Rita Pereira, Elsa Paulo, Nuno Lopes Músico Nuno Lopes Figurinos Carla Silva Som/Luz João Paulo Levezinho, Miguel Quintão Assistência Técnica Jorge L. Santos Produção Executiva Cristina Domingos Design gráfico Paulo Borges
SESSÕES
Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 6 Out a 16 Dez 1995 [estreia] Clube Recreativo de Subserra, Nov 1995 Ateneu Artístico Vilafranquense, Dez 1995 CGD Loja Nova, Mai 1996 Auditório Scala, Alverca, Jun 1996 Sociedade Euterpe Alhandrense, Nov 1996 Arruda dos Vinhos GDR Arrudense, mai 1996 Lisboa Teatro da Trindade, 13 a 29 Set 1996 Coimbra Grémio Operário T.A, Dez 1996 Viana do Alentejo Cine-teatro de Viana do Alentejo, Abr 1997
OS CÃES TÊM OLHOS AZUIS de Alexandre Lyra Leite a partir de Tristan Tzara e Edgar Allan Poe
TEATRO, 1994
O desespero contido nas palavras de Tristão, um jovem poeta ambicioso, é revelador do conflito que precede o momento da escrita, e cujo desfecho se revela por vezes trágico. Esta incapacidade criadora leva-o a aceitar o convite do Demónio para pernoitar em sua companhia, sob a promessa de lhe narrar a mais bela e assustadora história de terror. Vampirizado pelos diversos convivas, Tristão depara-se então com a mais terrível das realidades: um silêncio absoluto, caracterizador da sua própria existência enquanto poeta e enquanto homem.
Dramaturgia, Espaço Cénico & Encenação Alexandre Lyra Leite Textos Edgar Allan Poe, Tristan Tzara Elenco Carla Silva, Cristina Pereira, Alexandre Lyra Leite Coro Carla Coimbra, Celso Ameixa, Dora Palma, Luis Dias, Nuno Silva Música Fernando Lopes Graça, Carl Orff, Mozart Direcção Musical Rui Silva Figurinos Tita, Carla Silva Adereços Rita Pereira Som/Luz João Paulo Levezinho, Miguel Quintão Assistência Técnica Jorge L. Santos, Rui Ferreira Produção Executiva Cristina Pereira Grafismo João Lázaro
SESSÕES
Vila Franca de Xira Clube Vilafranquense, 14 a 22 Out 1994 [estreia] Auditório Scala, Alverca, Out 1994 Grémio Dramático Povoense, Abr 1995 Lisboa Teatro da Trindade, Jun 1995
Dramaturgia e Encenação Alexandre Lyra Leite Elenco Carla Silva, Cristina Pereira, Maria José Birrento, Rita Pereira, Tita, Sónia Silva Sonoplastia Carlos Levezinho Design gráfico João Lázaro
SESSÕES
Loja Nova, Vila Franca de Xira Convento de Sto. António, 1992 [estreia] Vila Franca de Xira Jazz Bar, 1993 Vila Franca de Xira Ateneu Artístico Vilafranquense, 1993 Alhandra Bar Roxy Romeo, 1993 Olival de Basto Teatro da Malaposta, 1993