QUARTETO CONTRATEMPUS
ÓPERA [Acolhimento]
Palácio do Sobralinho
30 Nov 2025, 18:00
M/12
3 óperas de 10 minutos
Português e espanhol
Ópera K_aleidoscópio (2025)
K_aleidoscópio é um exercício de imaginação de um futuro em que os corpos orgânicos se substituem por outros. É uma programação em que se normaliza o que se imaginava não ser possível normalizar.
Este futuro não inventa possibilidades muito distantes no tempo. Apresentamos um exercício de futuro ou [para onde vamos], assente em personagens de agora: As Sombras e Corpos. Sombras e Corpos que não precisam de nomes próprios porque é essa a perspetiva de futuro: pessoas sem nome. Corpos dispensáveis e Sombras que não se mostram.






fotos © Pedro Sardinha
Sobre o Contrapartituras
O Contrapartituras – Laboratório de Ópera e Música em Cena surgiu da vontade do QC criar oportunidades de fruição e exploração de música de câmara em cena, promovendo a criação e a exploração artística alicerçadas na tecnologia e nos cruzamentos disciplinares.
O que é essencial para o Contrapartituras é a procura de novos discursos artísticos que investiguem e explorem a música de câmara em cena, procurando na ópera diferentes formas de expressão daquelas que já conhecemos. Jovens compositores Portugueses foram chamados a compor mini-óperas, com um mote como tronco comum, para dar lugar a um espetáculo que as integre e proporcione ao público novas experiências.
Neste momento, o QC sentiu a necessidade de procurar artistas com outras experiências, que possam enriquecer, ainda mais, este diálogo intercultural entre expressões artísticas distintas. Pretende potenciar o alcance desta forma de fazer música e ópera, para que outros artistas e comunidades a possam experienciar e replicar.
Nesta quarta edição do Contrapartituras, o QC quer construir um projeto colaborativo que fomente o diálogo entre culturas diferentes, e o pensamento crítico intercultural, colaborando com músicos e compositores entre Portugal, Moçambique e Uruguai.
Contrapartituras – “Para onde vamos?” Laboratório de ópera colaborativo e de intervenção social.
Através da cooperação triangular pretende-se um diálogo intercultural dentro da criação artística de intervenção social.
A ideia é criarmos óperas em colaboração triangular dentro de um modelo de laboratório, que o QC criou, em 2021. Neste modelo, encontramos sempre um mote que sugere uma temática chapéu e que envolve o projeto. “Para onde vamos?” é a provocação temática para este Contrapartituras.
Este será o ponto de partida para a criação de 3 mini-óperas contemporâneas (uma de cada país) que serão o resultado das temáticas discutidas para a construção de um espetáculo colaborativo uno.
Compositor Portugal: Daniel Moreira
Compositor Uruguai: Santiago Gutiérrez
Compositor Moçambique: Estevão Chissano
Libreto: Nuno Preto
Encenação: João Oliveira
Intérpretes:
Teresa Nunes, Soprano | Sombra Corpa
Tiago Matos, Barítono | Sombra Corpo
Clara Saleiro, Flautas | Casa
Carolina Leite Freitas, Violoncelo | Sombra Alta
Santiago Gutiérrez, Bandoneón | Chão
Léo Zango, Mbila | Peão
Sergio de A, piano | Sombra Longa
Desenho e operação de Multimédia: Hugo Mesquita
Desenho de luz: Bernardo Correia
Operação de luz circulação: Guilherme Mota
Desenho e operação de som: Tiago Candal
Produção: Jessica Roque
Comunicação: Marta de Baptista
Assistência de produção: Isabela Oliveira, Nádia Pinheiro e Teresa Queirós
Direção Artística: Teresa Nunes
Conceito e produção: Quarteto Contratempus
Registo Fotografia: Pedro Sardinha
Registo Vídeo: Miguel F
Vídeos promocionais: Zhang Qinzhe
Parceiros: Xiquitsi, Associação Kulungwana e Orquesta Juvenil del Sodre
Apoios: República Portuguesa – Cultura, Desporto e Juventude / Direção Geral das Artes, Coral de Letras da Universidade do Porto
Sobre o QUARTETO CONTRATEMPUS
O Quarteto Contratempus (QC) é uma estrutura artística que se dedica à criação, interpretação e divulgação de Ópera Contemporânea Multimédia. Teve a sua génese em 2008 com a formação original de Soprano, Clarinete, Violoncelo e Piano.
A Missão do QC é a promoção, criação e difusão da música e da ópera portuguesa, a investigação e experimentação artística através do uso de tecnologia, e o envolvimento das comunidades na ópera e música de câmara.
Desde 2014 que dedica a criação de ópera de câmara, tendo já criado mais de duas dezenas de óperas em colaboração com compositores portugueses como Dimitris Andrikopoulos, Fernando Lapa, Nuno Côrte-Real, Pedro Lima, Sofia Sousa Rocha, Telmo Marques, libretistas como Carlos T, Fadi Skeiker, Francisca Camelo, José Topa, Mário Alves e encenadores António Durães, Claudio Fuentes, Ivar Sverrison, Julieta Rodrigues, Nuno M Cardoso, Nuno Preto. Apresenta-se nas principais salas do país.