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OS CÃES TÊM OLHOS AZUIS

OS CÃES TÊM OLHOS AZUIS
de Alexandre Lyra Leite
a partir de Tristan Tzara e Edgar Allan Poe
TEATRO, 1994

O desespero contido nas palavras de Tristão, um jovem poeta ambicioso, é revelador do conflito que precede o momento da escrita, e cujo desfecho se revela por vezes trágico. Esta incapacidade criadora leva-o a aceitar o convite do Demónio para pernoitar em sua companhia, sob a promessa de lhe narrar a mais bela e assustadora história de terror. Vampirizado pelos diversos convivas, Tristão depara-se então com a mais terrível das realidades: um silêncio absoluto, caracterizador da sua própria existência enquanto poeta e enquanto homem.

fotos © Inestética

FICHA ARTÍSTICA / TÉCNICA

Dramaturgia, Espaço Cénico & Encenação
Alexandre Lyra Leite
Textos Edgar Allan Poe, Tristan Tzara
Elenco Carla Silva, Cristina Pereira, Alexandre Lyra Leite
Coro Carla Coimbra, Celso Ameixa, Dora Palma, Luis Dias, Nuno Silva
Música Fernando Lopes Graça, Carl Orff, Mozart
Direcção Musical Rui Silva
Figurinos Tita, Carla Silva
Adereços Rita Pereira
Som/Luz João Paulo Levezinho, Miguel Quintão
Assistência Técnica Jorge L. Santos, Rui Ferreira
Produção Executiva Cristina Pereira
Grafismo João Lázaro

SESSÕES

Vila Franca de Xira
Clube Vilafranquense, 14 a 22 Out 1994 [estreia]
Auditório Scala, Alverca, Out 1994
Grémio Dramático Povoense, Abr 1995
Lisboa
Teatro da Trindade, Jun 1995