A Metamorfose | Franz Kafka

A METAMORFOSE
a partir de Franz Kafka

“Uma manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco insecto”

A Metamorfose narra a história fantástica de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que se vê obrigado a suportar todas as despesas da família, e que certa manhã, ao acordar cedo para o trabalho, constata que se transformou num escaravelho.

De início, as suas preocupações centram-se na estranha metamorfose e na impossibilidade de cumprir as obrigações profissionais, mas perante a repulsa dos pais, Gregor inicia um complexo processo interior de mutação, que o conduz a uma análise obsessiva do seu contexto familiar e social.

À excepção da irmã, que numa primeira fase decide alimentá-lo, todos recusam ajudar Gregor, remetendo-o à sua solitária agonia. Perante este cenário uma nova metamorfose ocorre no seio familiar: o pai, a mãe e a irmã voltam a trabalhar e a família decide perspectivar um futuro onde não existe lugar para Gregor…

Uma irónica metáfora sobre o absurdo da condição humana, num espectáculo que explora a plasticidade narrativa de uma das obras mais marcantes de Franz Kafka e da literatura do século XX.

fotos © Alexandre Lyra Leite

Ficha Artística

Autor Franz Kafka
Encenação Alexandre Lyra Leite
Dramaturgia Rita Leite, Alexandre Lyra Leite
Interpretação Afonso de Melo, Alfredo Nunes, Isabel Gaivão, Joana Barros, João Luz, Lita Pedreira, Luís Santiago, Margarida Cardeal
Concepção visual Rita Leite, Alexandre Lyra Leite
Sonoplastia André Gonçalves
Movimento Catarina Trota
Consultor Helder Soares
Produção executiva Ana Rita Osório
Ass. produção Diogo Coelho
Direcção técnica Fernando Oliveira
Design gráfico Rita Leite
Produção Inestética 2008

M/12 anos
Duração aprox. 1h15
Estreia: Palácio do Sobralinho, 28 Fev 2008

Projecto financiado por Ministério da Cultura / DGArtes e Câmara Municipal de Vila F. Xira
Apoios Unique Poufs, Arte Franca, Ideia Clara, Junta de Freguesia de Vila F. Xira, Tipografia Soartes, Clube Vilafranquense, Vida Ribatejana, Modelo, RTP2


Óbidos
Casa da Música
6 Jun 2009

Alcochete
Fórum Cultural de Alcochete
9 Mai 2009

Lisboa
Teatro da Politécnica
9 a 13 Abr 2008

Vila Franca de Xira
Palácio do Sobralinho
28 Fev a 30 Mar 2008

Media / Imprensa

Os textos de Kafka são o que são: clássicos, intemporais, cruelmente belos e por aí fora. “Processo” e “Metamorfose” são os meus preferidos. Levar qualquer deles à cena tetral deve ser um obra muito exigente. A companhia “Inestética” fê-lo com “Metamorfose”. Está muito bem. Bem ritmado, bem encenado, bons actores (…) Vimos o espectáculo ontem, em Óbidos, e recomendo vivamente.
Correntes [blog]

A história já é conhecida, no entanto estamos perante uma excelente adaptação, todos os elementos se conjugam, resultando num espectáculo verdadeiramente sublime. Ainda por cima a estética Kubrickiana criada para esta peça encaixa perfeitamente no Palácio do Sobralinho, por isso aproveitem para ir ver até 30 de Março visto que a peça irá mudar-se posteriormente para Lisboa.
dissid3nt [blog]

De Praga aos arrabaldes de Lisboa, o “canonizado” escritor checo tem sido trabalhado e explorado em teatro inúmeras vezes. A Metamorfose é apresentada este Abril no centro da nossa capital pela Inestética, companhia de Vila Franca de Xira. Liderada por Alexandre Lyra Leite, é uma jovem companhia criada nos anos noventa, que já arrecadou vários prémios do Clube Português de Artes e Ideias. Esta encenação merece, pois, uma visita ao Jardim Botânico de Lisboa
A. Ribeiro Crú, DIF

Rita Leite e Alexandre Lyra Leite reinventaram o universo kafkaniano e o resultado é uma peça recheada de humor negro e de momentos de comédia física brilhantes. Tudo isto numa roupagem muito mais fresca do que o esperado, que surpreende, mas não desilude. O trabalho da coreógrafa Catarina Trota merece especial destaque, assim como as interpretações de Margarida Cardeal e Isabel Gaivão.
Vertiginosamente [blog]

Para quem não conhece o romance de Franz Kafka, cá vai. Era uma vez um homem que uma manhã acorda transformado num escaravelho. Ao início, tenta perceber a razão desta estranha metamorfose. Depois, perante a repulsa dos pais, dá início a um complexo processo interior de mutação, que o conduz a uma análise obsessiva do seu contexto familiar e social. É que à excepção da irmã, todos se recusam a ajudar este homem. Tudo muda. Tudo se transforma. Tudo se metamorfoseia. Será que há lugar para este ser? É uma história fantástica sobre um caixeiro-viajante-insecto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Escrita em 1912 e tão actual!
Sónia Castro, Lecool Magazine

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